O que os melhores lojistas fazem diferente (e você pode copiar hoje!)
Todo ano é a mesma coisa: algumas lojas simplesmente decolam nas vendas de Páscoa, enquanto outras, até mesmo com produtos parecidos, vendem muito menos.
E não… não é sorte. Mas também não é só preço.
A verdade é que os lojistas que mais faturam nessa época seguem padrões claros, e o melhor: todos eles podem ser replicados.
Se você quer sair do básico e realmente vender mais na Páscoa, começa aqui! E vou te provar com dados, que isso realmente dá certo.
1. Eles não vendem produtos. Vendem composição.
O lojista comum expõe itens. Já o lojista que vende muito, monta cenários.
Em vez de: uma travessa, um pote e uma espátula;
Eles mostram:
- “Kit para café da manhã de Páscoa”
- “Mesa posta pronta”
- Cantinho do chocolate”
Isso muda tudo.
Porque o cliente para de pensar em: “quanto custa isso?” e começa a pensar em: “eu preciso disso inteiro.”
Resultado: aumento direto no ticket médio.
E como te provar isso em dados?
Segundo a NielsenlQ;
- Os consumidores avaliam produtos dentro de contexto de uso, não isoladamente;
- Quando produtos são apresentados como solução (ex: kit ou ocasião), há maior percepção de valor e menor comparação direta de preço.
Os dados da National Retail Federation ainda mostram que:
- Exposição combinada de produtos (cross merchandising): pode aumentar vendas em até 20% a 30% e eleva significativamente o ticket médio por compra.
Um exemplo clássico no varejo é uma vitrine em que expõe produtos complementares como:
- Vinho + taça + abridor;
- Café + xícara + biscoito;
- Pote + espátula + bowl = kit de confeitaria simples
- Taça + prato + guardanapo = mesa posta pronta
Logo, o estudo de comportamento da Harvard Business School (consumer decision-making), vem para fechar com chave de ouro essas afirmações, quando diz que:
- Os consumidores tomam decisões mais rápidas quando: o esforço mental é reduzido, e a escolha já vem “pré-montada”. Isso ativa o chamado “decision simplification effect”, ou seja, quanto menos o cliente precisa pensar… mais ele compra.
Ou seja, os dados são claros: o consumidor não compra produtos isolados, ele compra soluções prontas. E quanto mais fácil você tornar essa decisão, maaior será o seu ticket médio.
2. Eles usam a vitrine como vendedor silencioso
A vitrine deixa de ser vista como decoração, e vira estratégia. Pois os melhores lojistas:
- Trabalham altura e composição;
- Usam poucos produtos, mas bem posicionados;
- Criam foco visual claro na sua vitrine.
Uma vitrine bem montada explica o produto sem precisar de vendedor. E isso aumenta:
- Tempo de atenção do consumidor;
- Desejo de compra;
- Conversão.
Para embasar isso, a National Retail Federation afirma em seus estudos que:
- Lojas que aplicam boas práticas de visual merchandising podem ter aumento de até 40% nas vendas de determinados produtos;
- Produtos em destaque visual vendem mais do que os “apenas expostos”, de maneira solta.
Isso inclui: altura, iluminação, organização e foco visual.
Para complementar, os estudos da Retail Doctor Group ainda nos mostram que:
- O consumidor leva entre 3 a 7 segundos para decidir se: entra na loja, ou ignora completamente.
Ou seja: se a sua vitrine não comunica rápido, ela falha. (e isso vale a pena salientar que não é apenas para espaços físicos, mas online também…). Então, nos deparamos com um ponto chave para o sucesso de uma vitrine:
- Poucos produtos;
- Bem organizados;
- Com leitura clara.
Confirmando tudo isso de uma maneira mais comportamental, uma pesquisa da Harvard Business Review, nos diz que: ambientes com excesso de informação geram indecisão e abandono. Ou seja, ambientes com foco visual claro, organização e hierarquia, aumentam a probabilidade de compra.
Logo, se o cliente precisa de explicação para entender o que você está vendendo, sua vitrine já falhou. As lojas que mais vendem fazem justamente o contrário: deixam a vitrine vender antes mesmo do primeiro contato.
3. Eles pensam como estrategistas, não só como vendedores
Essa é a maior diferença. Enquanto alguns só colocam produtos na prateleira, outros pensam:
- “Como eu faço esse cliente comprar mais?”
- “Como eu facilito essa venda?”
- “Como eu transformo isso em experiência?”
E é exatamente aí que o faturamento muda de nível. Segundo a McKinsey & Company: empresas que priorizam experiência do cliente crescem receita até 2x mais rápido e têm maior retenção e recorrência.
Para embasar isso, relatórios da PwC mostram que:
- 73% dos consumidores consideram a experiência um fator decisivo na compra;
- Mesmo com preço similar, o cliente escolhe: a loja que oferece a melhor experiência.
Vender mais, é sobre vender melhor.
Os lojistas que mais faturam na Páscoa não necessariamente têm mais estoque, mas com certeza possuem mais estratégia. E sabe a melhor parte disso tudo?
Você não precisa mudar tudo. Só precisa começar com o básico bem feito, atentando-se ao que realmente importa.
- Monte kits;
- Organize melhor a exposição (seja na vitrine física ou online);
- Pense sempre na jornada do cliente;
- Venda solução, não produto.
Se você quer transformar sua loja em uma vitrine que realmente vende, não se esqueça de escolher produtos que facilitem essa construção.
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